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SENÉCIO
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O gênero Senecio, da família Compositae, inclui mais de 1200 espécies, sendo conhecida no Brasil cerca de 128 espécies. Nome comum: tasneirinha, flor-das-almas e maria-mole. Importância: são plantas tóxicas e invasoras de culturas e pastagens nativas. No Rio Grande do Sul e Uruguai as espécies de Senecio spp. são plantas anuais, que florescem a partir do mês de outubro e apresentam inflorescências amarelas, com exceção de Senecio tweediei, cujas inflorescências são brancas. Ocorrência: região centro-sul do Brasil. Nesta região, no Uruguai e na Argentina, entre as várias espécies de Senecio, é encontrada em grande freqüência a Senecio brasiliensis. Aspecto botânico: erva perene, com talos eretos glabros, estriados, ramosos na sua parte superior, densamente folhosos, com 1-2 m de altura, com folhas alternadas. Propagação: através de sementes. Princípio ativo: alcalóides pirrolizidínicos hepatotóxicos, causadores de lesão crônica de forma irreversível. Partes tóxicas: são as folhas, tanto verdes quanto secas. A intoxicação crônica ocorre após a ingestão de doses variadas e cumulativas Condições para a ocorrência das intoxicações: - Ingestão acidental da planta e contaminação da silagem, pois as plantas de Senecio spp. são pouco palatáveis; - Ingestão da brotação do Senecio, devido escassez de forragem nos meses de seca. Os brotos contém maior concentração de alcalóides, um dos princípios ativos responsáveis pela intoxicação; - propriedades onde existem as plantas e não existem ovinos, a incidência das intoxicações são maiores, pois os ovinos possuem maior tolerância (necessitam ingerir maior quantidade da planta para apresentar os sintomas) ao efeito tóxico destas plantas, atuando ao ingeri-las na pastagem como agentes controladores. Fatores que afetam a incidência da doença: - Sexo: as vacas são mais suscetíveis, pois por ser uma intoxicação de evolução crônica, os sinais se manifestam nas mesmas pelo fato de terem vida maior devido sua aptidão (produção de leite e bezerros); Para o homem outro aspecto de importância da intoxicação crônica é o fato de parte dos alcalóides ser expelida através do leite, e assim chegar a sua alimentação. Outros animais sensíveis a intoxicação: - Eqüinos, através da ingestão de feno contaminado. Sintomas: TABELA Bibliografia: PEREIRA, C.A. Plantas Tóxicas e Intoxicações na Veterinária. UFG: Goiânia. 1992. 279p. RIET-CORREA, F.,MÉNDEZ, M.D.C., SCHILD, A.L. Intoxicações por Plantas e Micotoxicoses em Animais Domésticos. Ed. Hemisfério Sul do Brasil. Pelotas. 1993.340p. Links: www.cnpgc.embrapa.br/tecnologias/quersabermais/500p/p450.html www.emater.mg.gov.br/ematerhp/revista/out97/sumario8.html |
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