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MAMONA
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RICINUS COMMUNIS Planta pertencente a família Euforbiaceae. Nome científico: Ricinus communis Nomes comuns: mamona, carrapateira, palma-de-cristo, regateira. Importância: planta tóxica e invasora de pastagens e áreas cultivadas. Ocorrência: em todo o Brasil. Habitat: é encontrada tanto em áreas cultivadas quanto nos quintais das casas na cidade. Se desenvolvem melhor em solo fértil e em lugares abertos. Aspecto botânico:
é um arbusto de porte alto (em média 4 m de altura), com caule ramificado
e coloração verde, avermelhada ou verde-avermelhada. As folhas são simples,
alterno-espiraladas, longo-pecioladas, planas ou sulcadas, com lobos dentados.
Nos ramos surgem as inflorescências em cachos, com pequenas flores. que
quando fecundadas se desenvolvem em frutos espinhosos, compostos de 3
cápsulas. As sementes contidas nos frutos são ovais e de cor castanha,
estriadas de branco. Propagação: através de sementes. Princípio ativo: alcalóide. Partes tóxicas: folhas e sementes. Condições para a ocorrência das intoxicações: - baixa quantidade de forragem; - adição acidental de sementes nos alimentos fornecidos ao animais - resíduo de mamona não desintoxicado; Animais sensíveis a intoxicação: - ingestão de folhas: bovinos - ingestão de sementes: bovinos, eqüinos, ovinos, suínos, galinhas. Sintomas: O princípio tóxico causa distúrbios neuromusculares e gastroentéricos.
Profilaxia: - Folhas: evitar que bovinos famintos invadam plantações de mamona, cercando bem a área. - Sementes: evitar ministrar torta de mamona não desintoxicada; e nas áreas de pastagens erradicar a planta. Bibliografia: MELO. Cad. Téc. Esc. Vet. UFMG, n.24, 1998. PEREIRA, C.A. Plantas Tóxicas e Intoxicações na Veterinária. UFG: Goiânia. 1992. 279p. RIET-CORREA, F. MÉNDEZ, M.D.C., SCHILD, A.L. Intoxicações por Plantas e Micotoxicoses em Animais Domésticos.. Ed. Hemisfério Sul do Brasil. Pelotas. 1993.340p. Links: www.cnpgc.embrapa.br/tecnologias/quersabermais/500p/p450.html www.emater.mg.gov.br/ematerhp/revista/out97/sumario8.html |
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