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FAVEIRA
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Dhimorphandra Planta da família Leguminos ae. Nome científico: Dimorphandra mollis Benth Nome comum: faveira, falso-barbatimão, cinzeiro, farinheiro, fava danta, enche- cangalha, faveiro-do-campo, farinha-seca, barbatimão-de-folha-miúda, faveiro. Importância: planta tóxica. Ocorrência: Minas Gerais, Mato Grosso,Goiás e São Paulo. Habitat: cerrados. Aspecto botânico: árvore pequena e mediana de porte tortuoso. Folhas grandes e bipinadas, com folíolos alternos ou subopostos. Flores pequenas de cor creme-amarelada, em espigas. Os frutos são vagens de comprimento entre 10 e 15 cm, com 3 a 4 cm de largura, que produzem cada uma, de 10 a 13 sementes alongadas e avermelhadas. Princípio ativo: flavonóides e alcalóides. Partes tóxicas: favas. Animais sensíveis à intoxicação: - em condições naturais: bovinos. - em condições experimentais: bovinos e cobaios. Sintomas: -pêlos arrepiados, perda de apetite e decúbito; -o animal defeca e urina pouco, além de apresentar discreto timpanismo, com fezes ressecadas ou semilíquidas e odor fétido; -desidratação (retração do globo ocular); -tremores musculares; edema frio subcutâneo (abdômen, períneo, vulva e mandíbula); -a morte pode ocorrer em 72 horas (curso agudo) ou após 3 a 17 dias (curso subagudo). Profilaxia: retirar os animais do local; suplementação na época da seca. Controle da planta: cintar as árvores. Bibliografia: MELO. Cad. Téc. Esc. Vet. UFMG, n.24, 1998. PEREIRA, C. A. Plantas Tóxicas e Intoxicações na Veterinária. UFG: Goiânia. 1992. 279 p. RIET-CORREA, F., MÉNDEZ, M.D.C., SCHILD, A.L. Intoxicações por Plantas e Micotoxicoses em Animais Domésticos. Ed. Hemisfério Sul do Brasil. Pelotas. 1993.340p. Links: www.cnpgc.embrapa.br/tecnologias/quersabermais/500p/p450.html www.emater.mg.gov.br/ematerhp/revista/out97/sumario8.html |
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