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CANUDO
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Ipomeae carnea Jacq. ou Ipomea fistulosa Mart. - CANUDO Nome científico: Ipomeae carnea Jacq. ou Ipomea fistulosa Mart. Nomes comuns: glória-do-amanhecer, canudo, algodão bravo, mata-cabra, capa-bode. Importância: Planta ornamental tóxica e também de ocorrência em áreas de pastagens. Descrição botânica: Planta herbácea de 1 a 3 m de altura, caule fistuloso, grosso, lenhoso, glabro ou finamente pubescente, latescente. Folhas longo-pecioladas, inteiras. As flores são infundibiliformes, pálido violáceas, quase róseas, de 5 a 8 cm de comprimento. As sementes são pilosas. Ocorrência: Amazonas, Mato Grosso, em todos os Estados do Nordeste, Pará e Rio de Janeiro. É cultivada no Brasil como ornamental, tornando possível que seja encontrada praticamente em todo país Habitat: margens de rios, lagoas e brejos. Animais sensíveis à intoxicação: bovinos, ovinos, caprinos, e cães. Princípio tóxico: alcalóides. Partes tóxicas das plantas: folhas. Condições que favorecem a ocorrência das intoxicações: - escassez de forragem na época da seca, uma vez que estas planta se mantém verde durante todo o ano, é ingerida pelos animais; - superlotação de pastagens; Sintomas: aparecem após semanas ou meses de ingestão contínua, sendo crônica a evolução da intoxicação. Os principais sintomas são caracterizados por náuseas, midríase, alucinações, redução de reflexos, diarréia e hipotensão, andar desequilibrado e emagrecimento progressivo. Profilaxia: Evitar a ingestão da planta pelos animais e combatê-las com herbicida apropriado. Bibliografia: MELO. Cad. Téc. Vet. Zootec., n.32, 2000. PEREIRA, C. A. Plantas Tóxicas e Intoxicações na Veterinária. UFG: Goiânia. 1992. 279 p. RIET-CORREA, F., MÉNDEZ, M.D.C., SCHILD, A.L. Intoxicações por Plantas e Micotoxicoses em Animais Domésticos. Ed. Hemisfério Sul do Brasil. Pelotas. 1993.340p. Links: www.cnpgc.embrapa.br/tecnologias/quersabermais/500p/p450.html www.emater.mg.gov.br/ematerhp/revista/out97/sumario8.html |
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