CHUCHU
 
ENCICLOPÉDIA

Cultivares recomendados: em São Paulo, os chuchuzeiros não têm nomes, embora alguns chamem de "santista" os chuchus procedentes da região litorânea (Santos, Praia Grande, Iguape ) e de "paulista" os produzidos na região do Planalto (Guarulhos, Embu, Caucaia etc). Ambos apresentam as mesmas características. A intensidade da cor verde varia conforme plantas e pela insolação na época da frutificação. No Sul, os frutos de cor creme são mais apreciados que no resto do País.

Época de plantio: no litoral, dezembro janeiro e no planalto de junho a agosto. Planta-se fruto maduro ou já  brotado.

Espaçamento: 5 x 5m ou até maior.

Adubação: em cova: torta de mamona, esterco ou composto na base de 10 a 15t/ha;
em cobertura: 50g de 4 -14 -8 em aplicação mensal por planta.

Tratos culturais: conduzir as plantas sobre caramanchão ( caibro e arame farpado) à altura de 2m. Manter a  área limpa até fechamento de cobertura do caramanchão.

Combate à moléstias e pragas: A cultura de chuchu apresenta relativamente pouco problema. Produtos cúpricos contra bacteriose, e Milgo contra oídio quando ocorrem. Controlar nematóides,  ácaro e caramujo. É recomendável tratar as sementes (frutos brotados) com fungicidas sistêmicos.

Época de colheita: no litoral de maio a novembro e no planalto de dezembro a maio. O ciclo da planta‚ de três anos.

Produção normal: 3 a 4 mil caixas de 24kg/ha.

Observação: o chuchuzeiro deve ser cuitivado nas microrregiões próprias para essa espécie: temperatura amena (25º C), umidade alta, sem perigo de geada . Nas encostas com possibilidade de irrigação, a cultura vai melhor que nas baixadas encharcadas.