TUCUNARÉ

 

ENCICLOPÉDIA

Espécie de água-doce originária da Bacia Amazônica, que ultimamente vem-se desenvolvendo em açudes, represas e rios fora do ambiente amazônico. A coloração é o prata-ocre com três ou cinco faixas transversais escuras no dorso, além de um característico ocelo negro na base da nadadeira caudal. Normalmente atinge 50cm ou 60cm, mas já foram encontrados exemplares com mais de 70cm. O peso fica entre 3kg e 10kg. Não suporta temperaturas inferiores a 16 graus centígrados. Na época da reprodução, forma-se um protuberância na cabeça do macho. A carne é de excelente qualidade. Existem várias espécies, sendo o tucunaré-amarelo, o tucunaré-azul e o tucunaré-paca as mais procuradas.
Distribuição geográfica: Bacia Amazônica e, devido a peixamento, em todo território brasileiro.
Locais para pesca: Remansos de rios e represas, junto a tranqueiras (galhadas, capins, aguapés e pedras).
Épocas para pesca: Durante todo ano.
Equipamento: Material leve a médio, vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,35 a 0,50. Anzóis: 1/0 a 4/0 (Mustad ref: 92553).
Iscas:Naturais: Pequenos peixes, de preferência vivos (lambari, sauá, piau, acará, tilápia). Artificiais: Colheres, jigs, spinners e plugs de meia-água e superfície (Rapala Original, Husky, Jointed, Fat Rap, Shad Rap, Rattl'n Rap e Magnum Floating, tamanhos 5, 7, 9, 11).
Sinônimos: Furiba, peixe-de-moeda, peixe-zebu, tucunaré-amarelo, tucunaré-açú, tucunaré-azul, tucunaré-pinima, tucunaré-paca, tucunaré-putanga, tucunaré-tinga.

Fonte: Aruanã