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GIGANTE
DA MALÁSIA
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Origem: é natural do Sul e Sudeste asiático, ocorrendo ainda na Oceania e em algumas ilhas do Pacífico Oeste. Sua denominação como Gigante da Malásia se deve ao seu tamanho e velocidade de crescimento. Informações gerais: é a maior espécie do seu gênero, já tendo sido inclusive ameaçada de extinção, fato agravado pelo baixo índice de sobrevivência dos filhotes na natureza e por terem vários predadores. No entanto, devido à pesquisas sobre seu cultivo, e tendo se mostrado propicia para tal finalidade, foi introduzida em vários países. Chegou ao Brasil em 1977, mas somente na década de 80 começou a ser explorada comercialmente, sendo difundida para vários Estados brasileiros. A criação do camarão da Malásia é dividida em duas fases: - larvicultura, que é a produção de pós larvas, e exige técnicas especiais; - engorda, que é a criação das formas jovens até atingirem o tamanho comercial. Características: os adultos possuem corpo azulado, ornado com tons de azul escuro e castanho, principalmente nas patas. Peso e tamanho comercial: a despesca é realizada quando os camarões atingem o tamanho médio de 11cm e peso médio de 30g, o que ocorre entre 6-7 meses de idade. Embora possam atingir 32cm de comprimento e peso de 500g, quando estão com tempo médio de vida de 4 anos, para o cultivo comercial este padrão é antieconômico (agravado pelo fato do crescimento das partes comestíveis serem lentas demais). Finalidade: espécie mais utilizada para cultivo. Foi introduzida no Brasil e é a mais difundida pelo mundo. - Cultivo de Camarões de Água Doce. Wagner C. Valenti, São Paulo: Nobel, 1985, 2a edição, 82p. - "Aqui, curral é tanque dágua e boi é camarão", Revista Globo Rural, no 7, abril de 1986, páginas 8 a15. |
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