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CAMPOLINA
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Esta raça mineira, iniciada por Cassiano Campolina em 1840, em sua fazenda no município de Entre Rios, formou-se, como o Mangalarga por influência de cavalos trazidos por D. João VI para a Coudelaria Real de Cachoeira do Campo, em Minas. Consta que se fizeram importações de Oldenburguês, Inglês , Orloff e Percherão para se usar em tentativas de melhoramento, parecendo ter havido maior influência do Orloff. O Campolina é criado sobretudo em Minas, mas é muito apreciado na Bahia, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, etc. Descrição Peso de 400 a 500 Kg (450 em média). Estatura de 145 a 160cm (154 é o desejável). Pelagem - Pelagens mais comuns são a báia, a alazã clara, a tordilha, a ruça e a castanha. Ao contrário do Mangalarga, a freqüência de malhas é pequena. As crinas são abundantes, longas, sedosas a onduladas. Cabeça um pouco grande, alongada, de perfil ligeiramente acarneirado, com topete abundante na fronte. As orelhas são médias e lanceoladas, os olhos vivos, grandes à flor da testa e o focinho fino e belo, com narinas dilatáveis, médias. Pescoço forte, musculoso, um pouco em excesso para animal de sela, com o bordo anterior muito levantado, numa postura de animal de carruagem. Corpo comprido e reforçado. A cernelha é bem musculada, longa, mas de altura insuficiente. O dorso é ligeiramente oblíquo para trás, entre simples e cortante. O lombo forte, às vezes um pouco longo. A garupa é longa, sobremaneira inclinada, musculosa, arredondada, não raro cortante e deficiente, com a cauda de inserção baixa, bem fornida de crinas. O peito é amplo e musculoso, as costelas com ligeira curva, secas e oblíquas e o ventre redondo ou recolhido. Membros fortes, musculosos, com articulações largas e nítidas, tendões destacados, aprumos anteriores regulares e os posteriores em geral fechados nos curvilhões, cascos duros e grandes. As espáduas são longas, secas e oblíquas e o antebraço curto. |
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