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FAISÃO
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RAÇAS DE FAISÕES Os faisões pertencem a várias espécies distintas, algumas ainda encontráveis no estado selvagem. As raças domésticas derivam diretamente dessas espécies ou da hibridação entre elas, da qual resultaram novas formas. A maioria delas apresenta plumagem muito vistosa, particularmente no macho. O Faisão Comum (Phasianus colchicus, torquatus) não tinha coleira no pescoço como o Chinês e o Mongol, mas o adquiriu através de cruzamentos com o Japonês de plumagem esverdeada. Neste país, as raças mais freqüentemente criadas são a Comum de Coleira ("ring necked"), a Dourada ("golden") e a Prateada("silver"). É criado para a produção de carne, para esporte (caça), fins decorativos e como "hobby". Embora haja muitas pequenas criações esparsas, neste país, não alcançou e talvez nunca alcance grande importância econômica. As principais criações existentes destinam-se a venda de reprodutores, contudo o refugo e o excesso de produção‚ vendido aos restaurantes, em cujo cardápio não raro é encontrado. Com a destruição da fauna silvestre, tem havido, nos Estados do Sul, particularmente no Paraná, um certo interesse em disseminar esta espécie nas matas para restabelecer o equilíbrio ecológico e substituir as aves de caça em extinção. Embora seja uma espécie monógama, na criação em cativeiro o macho acompanha 5 a 6 fêmeas e, na em liberdade, 2 a 3. A estação de reprodução vai do fim do inverno até o verão. Embora aves selecionadas possam por maior quantidade de ovos, em geral a fêmea bota uma ninhada de 8 a 13 ovos e depois choca. O período de incubação é variável segundo as raças: de 23 a 28 dias. É de 23 a 25 dias no faisão comum, 25 no dourado e 25 a 28 no prateado. Se os ovos forem colhidos, as fêmeas podem reentrar mais cedo em postura para produzir outra ninhada. São então chocados em incubadora ou galinha. As necessidades nutricionais dos filhotes se parecem com as dos peruzinhos e dão preferência ao alimento granulado. Eles crescem rapidamente, porém como são muito briguentos, necessitam de bastante espaço ou isolamento para evitar o canibalismo, o principal obstáculo à sua criação. Com 8 semanas atingem 500 g de peso e quando adultos mais de um quilo. As exigências alimentares são semelhantes às da codorna e dos perus, porém não apreciam o alimento farelado, usando-se o granulado, quirera grossa, etc. |
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